
As férias do Sr. Hulot,
de Jacques Tati,
lançado em 1953,
o ano de
Contos da lua vaga (Mizoguchi),
A roda da fortuna (Minnelli),
Era uma vez em Tóquio (Ozu),
Noites de circo (Bergman),
Viagem à Itália (Rossellini),
Os boas vidas (Fellini),
Velhas lendas tchecas (Trnka).
BALAIO PORRETA 1986
n° 2241
Rio, 23 de fevereiro de 2008
OS ÚLTIMOS FILMES (RE)VISTOS
Cotações:
*** (excelente); ** (ótimo); * (especialmente bom)
Sem cotação: razoável e/ou interessante
Sangue negro ** (Anderson, 2007), no Arteplex/6
Em casa:
Diaries, notes and sketches [Walden] *** (Mekas, 1969)
Eu te amo * (Marcelo Ikeda, 2006), vídeo/curta
Um filme abstrato - Parte 1 * (Marcelo Ikeda, 2005), vídeo/curta
[R] West side story *** (Wise & Robbins, 1961)
[R] As férias do Sr. Hulot *** (Tati, 1953)
Memória 1975
A CENSURA NA ÉPOCA DA DITADURA MILITAR / 7
[ in Memória da Censura no Cinema Brasileiro ]
Parecer sobre
A família do barulho, de Júlio Bressane
"Trata-se de uma família de náufragos do Novo Mundo suas novas relações de amizade e convivência. Como pano de fundo uma jogada gangstérica com petróleo travestis e odaliscas". Isto segundo a sinopse apresentada na ficha técnica. Pelo que apresenta, o filme pode receber inúmeras interpretações. O que não tem explicação é colocar tanta besteira e idiotices junto, em um mesmo filme. Homosexualismo, lesbianismo, além de grossuras e agressões compõem a base de uma estória sem pé nem cabeça, relatada da forma mais absurda possível.
Como retrato absurdo de uma família, onde a degeneração atinge níveis inconcebíveis, em cenas desconexas. Insinuações claras de imoralidades, linguagem chula e alguns palavrões totalmente desnecessários, homosexualismo, lesbianismo e outras idiotices do mesmo calibre levam-me a opinoar, digo, opinar pela NÃO LIBERAÇÃO.
Brasília, 24 de março de 1975
J. Antonio S. Pedroso
Cotações:
*** (excelente); ** (ótimo); * (especialmente bom)
Sem cotação: razoável e/ou interessante
Sangue negro ** (Anderson, 2007), no Arteplex/6
Em casa:
Diaries, notes and sketches [Walden] *** (Mekas, 1969)
Eu te amo * (Marcelo Ikeda, 2006), vídeo/curta
Um filme abstrato - Parte 1 * (Marcelo Ikeda, 2005), vídeo/curta
[R] West side story *** (Wise & Robbins, 1961)
[R] As férias do Sr. Hulot *** (Tati, 1953)
Memória 1975
A CENSURA NA ÉPOCA DA DITADURA MILITAR / 7
[ in Memória da Censura no Cinema Brasileiro ]
Parecer sobre
A família do barulho, de Júlio Bressane
"Trata-se de uma família de náufragos do Novo Mundo suas novas relações de amizade e convivência. Como pano de fundo uma jogada gangstérica com petróleo travestis e odaliscas". Isto segundo a sinopse apresentada na ficha técnica. Pelo que apresenta, o filme pode receber inúmeras interpretações. O que não tem explicação é colocar tanta besteira e idiotices junto, em um mesmo filme. Homosexualismo, lesbianismo, além de grossuras e agressões compõem a base de uma estória sem pé nem cabeça, relatada da forma mais absurda possível.
Como retrato absurdo de uma família, onde a degeneração atinge níveis inconcebíveis, em cenas desconexas. Insinuações claras de imoralidades, linguagem chula e alguns palavrões totalmente desnecessários, homosexualismo, lesbianismo e outras idiotices do mesmo calibre levam-me a opinoar, digo, opinar pela NÃO LIBERAÇÃO.
Brasília, 24 de março de 1975
J. Antonio S. Pedroso
O SUBPENSAMENTO VIVO DE
MARCONI LEAL
/Dois fragmentos/
A história é sempre contada pelos vencedores. Vejam, por exemplo, o diabo como foi injustiçado.
Durante décadas tentei manter um diálogo com deus. Desisti faz alguns anos. Não dá. Ele se acha muito superior.
MARCONI LEAL
/Dois fragmentos/
A história é sempre contada pelos vencedores. Vejam, por exemplo, o diabo como foi injustiçado.
Durante décadas tentei manter um diálogo com deus. Desisti faz alguns anos. Não dá. Ele se acha muito superior.












