sábado, 17 de abril de 2010

Sessão Nostalgia:
Veronika Lake
(1919-1973)
# Atenção - Não deixe de clicar na imagem #
Alguns de seus principais filmes:
Contrastes humanos ** (Sturges, 1942)
Casei-me com uma feiticeira * (Clair, 1942)
É preciso [re]ver:
Alma torturada (Tuttle, 1942)
Capitulou sorrindo (Heisler, 1942)
Legião branca (Sandrich, 1943)
A dália azul (Marshall, 1946)


BALAIO PORRETA 1986
n° 2994
Rio, 17 de abril de 2010


Deus e o Diabo na Terra do Sol
KINEMA
Recomendamos o texto de
Carlos de Souza
sobre o filme de Glauber Rocha
(Clique aqui)

"Assistir a Deus e o Diabo é uma experiência artística única. Tudo é estetizado a partir da realidade. No mundo de Glauber tudo é real e ao mesmo tempo é imaginário. As cenas de violência são claramente falseadas. Você vê que o ator apenas simula o gesto. Não há compromisso com o realismo do cinema. Tudo é teatralizado. Aliás, desconfio que as marcações para a movimentação dos atores têm muito de Brecht. No entanto é tudo tão real!"


OS POETAS PÓS-CANÔNICOS

segundo
Jarbas Martins
[ in Substantivo Plural ]

1. Antonio Cícero
2. Arnaldo Antunes
3. Carito
4. Chacal
5. Gustavo de Castro
6. Josely Vianna
7. Líria Porto
8. Nina Rizzi
9. Paulo Leminski
10. Waly Salomão


A GLOBAL E CASCUDO

Há uma pergunta que não pode deixar de ser feita em Natal e em toda a terra potiguar: por que a Academia Norte-Riograndense de Letras, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte, o Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, a família de Luís da Câmara Cascudo e os ensaístas que estudam a sua obra ainda não se pronunciaram, quase dez anos depois, sobre o crime editorial cometido pela Global, de São Paulo, contra o Dicionário do folclore brasileiro, visivelmente adulterado em sua mais recente edição? Entre nós, somente alguns poucos jornalistas levantaram a questão. Enquanto isso, outros preferiram e/ou preferem se reportar a um fato literário, de caráter político-simbólico-ideológico, ocorrido no distante 1968 envolvendo o poema/processo e a obra cascudiana, ignorando o lamentável e recente episódio nada simbólico, já que concreto em sua essência cultural e mercadológica, patrocinado pela editora paulista. E em nome de quê? De uma suposta e equivocada "atualização", quando Cascudo já não mais se encontrava vivo.

11 comentários:

líria porto disse...

santa maria, pinta e nina!!!!!!!!!! caravelas! hoje eu fui elevada à última potÊncia!! só tu jarbas martins, só tu!!!

obrigada, amigo! e um cheiro!

(tou trêmula)

Carito disse...

assim como as palavras de líria, eu, delírio!

Francisco Sobreira disse...

Só conheço, Moacy, de Veronica Lake, "A Chave de Vidro", um bom filme, adaptado de um romance de Dashiel Hamett. Ela teve uma carreira relativamente curta, mas fez sucesso enquanto esteve na ativa. Sua marca registrada era aquela mecha tapando parte de um olho. Abraço.

nina rizzi disse...

e eu, com a carita a delirar.

e eu tinha raiva de ser menina e não poder ser veronica lake. lá em casa tinha um pai doido por ela. e eu morria de ciúme. vê se pode... se soubese, entrava no balaio e fazia um beat.

foi há onze anos. e a minha vingança, de não ter chegado há tempo na hora da morte, vai ser poesia no dia do índio.

um beijo.

Assis Freitas disse...

O sol hoje resolveu conduzir sua carruagem pelo sertão, a pele agradece. Seleção de poetas supimpa, para além de todos os cânones. Deus e o Diabo é emblemático, cinema de gente grande. Abraço.

Jens disse...

Gostei do vídeo. Verônica Lake é uma das minhas paixões cinematográficas.

Abraço e bom sábado.

Pedrita disse...

a verônica lake é muito linda. beijos, pedrita

Dilberto L. Rosa disse...

Veronica Lake, ahhh... Concordo plenamente com o realismo-teatral-absurdo-teatral-falseado-e-genial de "Deus e O Diabo..."... E Veronica Lake, ahhh, Veronica... Enfim o 'post', né?! Abração!

Marcos disse...

Moacy:

Vc tem total razão na crítica a deformações editoriais na obra de Câmara Cascudo (e de qualquer outro autor de igual porte). Penso até que um problema dessa natureza mereceria destaque em encontros potiguares de escritores e congêneres pois equivale a introduzir um terapeuta reichiano como personagem atualizador nas páginas originais de "Dom Casmurro", de Machado de Assis, reduzindo a participação de José Dias. Ou pior ainda: colocar Paulo Coelho em confronto com Diadorim nas páginas originais de "Grande Sertão", de Guimarães Rosa, substituindo intervenções de Hermógenes.
Quem convocará um seminário público sobre critérios de edição da obra de Câmara Cascudo? Eu gostaria de ouvir gente como Telê Ancona Lopes, Jerusa Pires Ferreira e Margarida Neves analisando o assunto, junto com Humberto Hermenegildo de Araújo, Claudio Galvão e Tarcísio Gurgel, dentre outros.
Abraços:

Marcos Silva

Debby disse...

Que mulher não gostaria de ter o charme da Verônica Lake? Lindíssima ela! =)
E aí, vai ao Encontro do Escritores de Língua Portuguesa prestigiar a Literatura?
Abraços

Maria Muadiê disse...

foto linda...prateada