Grandes momentos do cinema:
Sunrise / Aurora (F.W. Murnau, 1927).
Com magistral fotografia de Karl Struss e Charles Rosher, interpretado por Janet Gaynor, George O'Brien e Margaret Livingston, trata-se de um melodrama sensível e arrebatador (para os padrões românticos da época). A história de um triângulo amoroso que termina em tragédia. Para muitos, o maior filme da história do cinema mudo. E um dos maiores filmes de todos os tempos.
BALAIO PORRETA 1986
nº 2102
Rio, 25 de agosto de 2007POEMA de
Cristina Bastos[ in
Decerto o deserto, 1992 ]
Carrego um mar
No corpo
Um porto
No peito.
Quando a viagem instiga
Meus olhos fecham o mundo
E sonham.
CinemaO MELHOR DOS ANOS 50
segundo
Moacy Cirne
[ para a
Liga dos Blogues Cinematográficos ]
1.
Hiroshima, meu amor (Resnais, 1959)
2.
Contos da lua vaga (Mizoguchi, 1953)
3.
A palavra (Dreyer, 1955)
4.
Pickpocket (Bresson, 1959)
5.
A princesa Yang Kwei Fei (Mizoguchi, 1955)
6.
A marca da maldade (Welles, 1958)
7.
Rastros de ódio (Ford, 1956)
8.
Um condenado à morte escapou (Bresson, 1956)
9.
Morangos silvestres (Bergman, 1957)
10.
O grito (Antonioni, 1957)
11.
Rio Bravo (Hawks, 1959)
12.
Acossado (Godard, 1959)
[ para a Liga, um filme de 1960 ]13.
Diário de um padre de aldeia (Bresson, 1950)
14.
As férias do Sr. Hulot (Tati, 1953)
15.
Johnny Guitar (Ray, 1954)
16.
Cantando na chuva (Kelly & Donen, 1952)
17.
O salão de música (S. Ray, 1958)
18.
A carruagem de ouro (Renoir, 1952)
19.
Cinzas e diamantes (Wajda, 1958)
20.
Crepúsculo dos deuses (Wilder, 1950)
21.
Era uma vez em Tóquio (Ozu, 1953); 22.
Senso (Visconti, 1954); 23.
Janela indiscreta (Hitchcock, 1954); 24.
Othello (Welles, 1952); 25.
Vertigo (Hitchcock, 1958); 26.
Os amantes crucificados (Mizoguchi, 1954); 27.
Rashomon (Kurosawa, 1950); 28.
Glória feita de sangue (Kubrick, 1957); 29.
Viver (Kurosawa, 1952); 30.
Quanto mais quente melhor (Wilder, 1959); 31.
Meu tio (Tati, 1958); 32.
Shadows (Cassavetes, 1959); 33.
Velhas lendas tchecas (Trnka, 1953, animação); 34.
Noite e neblina (Resnais, 1955, curta).
A BIBLIOTECA DOS MEUS SONHOS(29a / 111)Cinema, arte e ideologia, por A. Roma Torres (sel. & int.). Porto : Afrontamento, 1975, 274p. [] Ótima seleção de textos e entrevistas. Entre os primeiros, artigos de Amengual, Bazin, Metz, Tavernier, Comolli e outros. Entrevistas com Bresson, Rouch, Rossellini, Glauber Rocha, Solanas, Straub ("Com um filme é preciso surpreender as pessoas, surpreendê-las no sentido em que não vejam as coisas com óculos", p.175; "Não é com palavras poéticas que se faz poesia", p.176; "Se um filme não serve para abrir os olhos e os ouvidos das pessoas, para que serve?", p.183). Uma leitura do mundo à esquerda. Como, acredito, convém. Desde que não seja uma leitura sectária ou sem fundamentação crítica, acrescente-se.
As maravilhas do cinema, de Georges Sadoul. Lisboa : Publicações Europa-América, s/d, 296p. [Livro adquirido em São Paulo, em dezembro de 1959] Reconheço: o seu valor, hoje, em minha biblioteca, é puramente afetivo. Trata-se de uma introdução, bastante datada, dos principais procedimentos técnicos que fazem o cinema e a sua indústria, do tipo
Os mistérios dos estúdios e
Como se prepara e se termina um filme. Mas há dois capítulos bastante curiosos, analisados hoje:
O cinema do futuro e
Panorama do cinema mundial contemporâneo. Leia-se, aqui: "No Brasil, onde a frequência dos cinemas está em plena expansão, Hollywood ocupou muito tempo 80% a 90% dos programas e velou ciosamente pelo seu monopólio, porque este país era o seu terceiro cliente mundial. ... No Brasil, como na Argentina, basta uma centelha para que a arte do filme tenha amanhã um desenvolvimento notável" (p.241-42).
UM BLOGUE PORRETAFilmes do Chico, de Chico Fireman.
A compreensão do cinema através de análises objetivas.
Informações variadas sobre diretores e filmes.
||||||||||||||||||||||||||O Mestre disse: "Merece ser um professor o homem que descobre o novo ao refrescar na sua mente aquilo que ele já conhece". (CONFÚCIO.
Os analectos. Trad. Caroline Chang e D.C. Lau. Porto Alegre : L&PM, 2006, p.70)